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Já não estamos mais na época em que qualquer ruído passava com o tempo, época que trouxe a conhecida frase “O brasileiro tem memória curta”. Realmente não estamos mais em tempos que uma crise nas empresas resolviam-se sozinha, em que você podia ficar sentado atrás da mesa, olhando para o relógio na parede, e torcendo para que a memória do brasileiro fosse realmente curta. Ou, uma resposta com a criação de algo na mídia – um escândalo ou algo de interesse do consumidor, tudo para tirá-lo atenção.

Era tão simples que até uma criança podia ter bons resultados nessa suposta crise. Mas agora não mais. Existem os famosos megafones: as redes sociais, os sites de reclamações e blogs.

O consumidor está mais inteligente e ao mesmo tempo munido de ferramentas poderosas para fazer valer sua palavra. Fugir, fingir ou criar distrações não resolve mais.

Por isso que sempre comento que “Aproveite a crise e cresça”. Abra canais de comunicação com seu cliente, invista pesado em interatividade. Traga o consumidor para perto e faça valer esse esforço de comunicação.

Os Dilemas das Empresas

A pergunta que sempre ouço depois da empolgante frase acima é: “Isso vai me fazer vender mais?”. Infelizmente, alguns ainda não entenderam que comunicação é… Comunicação, e não venda. Vendas, e consquentemente lucros, vêm como consequências de uma estratégia que demanda tempo para criar credibilidade e confiabilidade à marca.

Social Commerce é uma coisa. Comunicação com os clientes através de ferramentas de redes sociais é outra bem diferente.

No Social Commerce, você efetivamente utiliza ferramentas de redes sociais. O Facebook, por exemplo, permite criar uma página que tenha integração com modos de pagamento, e na mesma rede social, você efetua sua venda. isso é, a grosso modo, Social Commerce. Comunicação empresa x cliente em redes sociais é diferente.

Imagine você conversando com seu amigo. Antes de mais nada, amigo só deixa de ser um simples conhecido para tornar-se amigo quando você sentiu interesse em algo. Isso é para ambos. Portanto, um cliente só terá contato e relevância quando os dois tiverem algo de interesse.

 

Então, como tornar-se interessante?

Você pode se comunicar através dessas redes sociais entregando informações do tema que seu cliente deseja. Também pode fazer o papel de comunicador de assuntos relacionados ao seu consumidor. Pode criar interatividade, ser o “cara” que dá a festa, ou pode ser o facilitador, o “cara” que dá carona para a festa… Enfim, você pode ser um bom amigo ou apenas mais um com perfil que – desculpa o termo – não fede e não cheira.

Não é difícil, mas não é para qualquer um.

Trabalhar com Social Media requer investimento inteligente. Empresas podem criar portais de notícias patrocinados, ou até mesmo criados do zero por elas próprias, blogs que façam um bom trabalho de comunicação ou de utilidade para seu nicho de mercado, games interativos (gamificação), criar ligações entre consumidores afim de reforçar a marca… É tanto trabalho a ser realizado, e algumas empresas ainda estão dormindo no ponto.

Grandes corporações vêm ano após ano investindo milhões para humanizar a marca, ou seja, criar relevância ao ponto de ser a primeira a ser lembrada no momento de desejo de consumo ou necessidade de consumo. Atualmente é exigido menos investimento, porém a concorrência é muito grande, e somente quem faz o trabalho bem feito consegue sucesso. Por isso, esqueça um pouco o conforto e vamos para o meio do campo de batalha.

Ouvir o que seu cliente pensa faz você aprender muito e se preparar melhor para o futuro. Portanto facilite as coisas. Resultados desejados, como vender um produto, por exemplo, se tornam mais fáceis quando o contato com seu consumidor já foi bem feito.

Sucesso a todos, um grande abraço.

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Sobre o autor

Pai, amigo, filho, cristão e geek... Luiz é consultor para projetos no ambiente on-line, gerente de projetos on-line e escritor/colunista. Apaixonado por leitura e novas tecnologias sempre está adiante do seu tempo e com os pés no chão para conseguir levar cada projeto ao próximo estágio. De perfil estratégico e organizado considera que o sucesso só vem depois da aplicação de muito esforço em função de um objetivo, concentrando-se em metas e alicerçando-se na capacidade de adaptação conforme a necessidade do mercado.

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