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Nessa onda de sites por R$120,00, R$500,00, R$750,00, e outros preços que não condizem com projetos profissionais, muitos ficam favoráveis ao agrado simplesmente visual, afim de economizar um valor quase insignificante perto do retorno que um bom projeto pode oferecer. Mais caro não quer dizer melhor. Mesmo em grandes trabalhos, há casos que os cortes de custos vão diretamente para o desenvolvimento de sites, que procuram o clássico “bom e barato”. E sem sucesso na maioria das vezes.

O brasileiro tem o péssimo costume do retrabalho, o que leva a reinvestir em seus projetos. Casos que seriam resolvidos se simplesmente fizessem testes com sites  amadores, com apresentações até agradável em alguns casos, para testar o mercado e ver se é viável o investimento maior ou não.

 

Os erros clássicos em Cortes de Custos

Existe um limite de inteligência em investimento nesse quesito.

Você que possui um projeto, apesar do quão bom o seu mercado possa ser, sempre há o receio de um investimento perdido. Portanto, bons gestores – digo até mais -, gestores inteligentes, conseguem perceber quando há processos em que o corte de custos interfere diretamente no resultado de forma negativa. Ao invés de assegurar o total de investimento, o coloca em risco, simplesmente pelo fato de cortar custos em áreas que serão essenciais para o crescimento do projeto.

No Design, por exemplo, é a apresentação de seus serviços ou produtos. Não é viável fazer testes com sites não planejados e que simplesmente bonitinhos. Sua apresentação não precisa ser a mais bonita, mas seu resultado deve estar entre bonito e intuitivo, flexível e rápido. Deve-se prestar serviço de qualidade e ter credibilidade. Não é inteligente fazer cortes de custos naquilo que interfere na decisão de compra. Você pode cortar custos de pessoal, gestão interna, material de produção (desde que a qualidade não seja comprometida) e outros. Porém, corte de custos naquilo que interfere o relacionamento, a credibilidade e a ação positiva para seus clientes é o erro mais absurdo que estou percebendo em alguns projetos.

E por incrível que pareça, as empresas estão contratando serviços de transporte de mercadorias definindo-se por preço, e não por qualidade em prestação de serviços.

No quesito logística, talvez esses gestores não estão atualizados e não perceberam a briga imensa que é esse mercado. Empresas que prestam esse tipo de serviço, lutando por cada cliente, e oferecendo preços mais baixos por um fluxo de serviço alto, compromete a qualidade final. Há Lojas Virtuais que optam por serviços de entregas em prazos maiores, mesmo sem qualidade e cuidados básicos, simplesmente para economizar alguns poucos centavos ou reais em alguns casos.

Corte de investimentos e custosComo disse, não se economiza naquilo que interfere na experiência de compra e na credibilidade. Portanto, fazer um corte de custos como no exemplo que dei (logística) é permitir-se ao acaso quando se podia conquistar seu futuro consumidor leal.

Claro que investimento além do comum também não quer dizer que o retorno será viável. Como exemplo posso dar as plataformas e-commerce que são vendidas a valores absurdos, e que sequer fazem o trabalho como deveriam. Plataformas cujos relatórios mal funcionam (já tive essa experiência), plataformas que não são flexíveis, serviços contratados que não dão o suporte devido… É tanto dinheiro investido em plataformas ruins que me pergunto: como isso é possível? Isso sem falar que tudo o que se investe só dá lucro após se ‘auto’ pagar. E no caso de plataformas, dificilmente você trocará (algumas nem permitem isso de forma flexível).

 

Alguns setores onde o investimento é mais que importante

Existem setores de um projeto de loja virtual que não é possível efetuar cortes, e sim investimento contínuo. Claro que só são investimentos quando bem aplicados; fora isso, são despesas.

Posso relacionar setores que estão diretamente ligados com seu consumidor e aqueles que fazem a sua marca.

Considero que Social Media, Marketing Digital, Atendimento (ferramentas e pessoal), Logística (compras, estoque e transporte) e desenvolvimento (site/plataforma, selos de segurança, host…) são setores de investimentos obrigatórios e contínuos. Como já comentei, não é investimento se não for inteligente, não há relação entre preço e qualidade. Diferente de ser influenciado pela moda, é ser um gestor competente, e isso requer disciplina e inteligência ao efetuar investimentos.

Eu mesmo só dedico tempo a estudos de áreas que considero viáveis para meus clientes investirem. Todos os serviços prestados estão ligados diretamente com esses setores citados, áreas que fazem com que sua marca seja valorizada e crie credibilidade.

Portanto, estude seu projeto com precisão. Encontre seus pontos fortes e fracos, defina onde é ideal o investimento e onde serão feitos os cortes que não afetarão diretamente o seus rendimentos.

Não é simples fazer esse estudo, mas existem serviços de consultoria que servem para isso. Busque auxílio de profissionais e encontre a melhor forma de fazer valer seu investimento.

Sucesso a todos, um forte abraço.

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Sobre o autor

Pai, amigo, filho, cristão e geek... Luiz é consultor para projetos no ambiente on-line, gerente de projetos on-line e escritor/colunista. Apaixonado por leitura e novas tecnologias sempre está adiante do seu tempo e com os pés no chão para conseguir levar cada projeto ao próximo estágio. De perfil estratégico e organizado considera que o sucesso só vem depois da aplicação de muito esforço em função de um objetivo, concentrando-se em metas e alicerçando-se na capacidade de adaptação conforme a necessidade do mercado.

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